sábado, 29 de outubro de 2011

vantagem e desvantagem

Esses dias comprei dois pacotes de meias nas Lojas Americanas. Um continha 2 pares, e o outro 3. O de 3 era mais caro, lógico. A vendedora negligente (ou preguiçosa, sei lá) passou duas vezes o que continha 2 pares (e não passou o que continha 3). Só fui ver na saída, ao conferir a nota, e voltei para pagar a diferença. Uma outra funcionária me atendeu e não entendeu o que eu queria dizer; pensou que eu tivesse pago a mais. Dirigiu-se a outra que tinha me atendido, voltou e depois de eu quase desenhar que eu tinha pago a menos, elas entenderam e falaram quase em uníssono que no meu lugar, elas não teriam voltado. Eu apenas arqueei a sobrancelha e fiz uma cara de "problema de vocês." Então a moça teve que chamar o gerente ou coisa que o valha, explicou a história pra ele de um outro jeito (como se eu quisesse comprar o pacote com 3 meias), ele fez o estorno e o novo pagamento. 


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Um outro dia, fui almoçar no shopping. Quando estava caminhando para a entrada, desceram umas 5 mulheres de um carro, quatro eram jovens na faixa dos 20 anos, e uma parecia ser a mãe de alguma(s) delas. Ao passar, ouvi a mulher mais velha dizer "sai rápido [do carro] que quando a gente faz coisa errada tem que sair rápido [do local]." Dei uma olhada pra trás e vi que a moça tinha estacionado na vaga para idosos (que fica mais próxima à entrada e na sombra).


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Na fila dos caixas automáticos, dois rapazes na minha frente. Caixa para atendimento prioritário vazio. Rapaz 1 diz para o amigo "vai lá naquele." Rapaz 2 diz: "não, é para atendimento prioritário." Nisso uma senhora de meia-idade se dirigiu à máquina. Rapaz 1 diz "Você acha que aquela mulher precisa de atendimento preferencial?" Rapaz 2: "Não, mas ela *****" (não entendi o que ele falou). Rapaz 1: "Que nada, ela é esperta, isso sim."
Ou seja, no Brasil, quem age fora das regras e leva vantagem é tido como esperto. 
Mas fiquei contente pelo Rapaz 2 , que mesmo com a insistência do amigo, não utilizou o caixa destinado ao atendimento preferencial. Tudo bem que o banco estava vazio, não sei se se estivesse cheio ele teria agido da mesma forma, mas já é um começo.

Depois falam que corruptos são apenas os políticos.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

correr e voar

E por falar em corrida, me inscrevi para participar, em novembro, da 2ª Etapa da Fila Night Run, em Sampa. Assim me obrigo a treinar melhor e com mais entusiasmo (cof cof cof), para não ficar muito feio lá na hora. Além do mais, deve ser legal correr à noite e com clima ameno, coisa rara de acontecer aqui. Agora é torcer para aparecer uma boa promoção de passagens. O problema vai ser voar nessa época de chuvas. As probabilidades de pegar uma turbulência aumentam. Só em pensar nisso me dá nervoso, já que fiquei traumatizada com a turbulência trevas , ano passado, que pegamos vindo de Brasília. Pior era olhar pro lado e ver gente no mais profundo sono, com o pescoço totalmente caído, babando e roncando. Essas pessoas não têm amor à vida.

pra não dizer que não falei das flores

Para isso aqui não ficar muito pra baixo, vamos falar de coisas boas: comecei a pular corda na semana passada, em mais uma tentativa de perder os 2 quilos que me perseguem e também com a intenção de melhorar minha resistência na corrida. Até que não estou tão mal. Tenho pulado 20 minutos, alternando, claro, com segundos de "descanso", o que tem gerado um treino intervalado, que dizem fazer perder mais calorias. Tomara que seja verdade. Meu muso inspirador para isso foi o ídolo eterno [amor verdadeiro] Rocky, o garanhão, Balboa. 
Nem preciso dizer que morri de amor por ele ter adotado um cachorrinho, no último filme da série Rocky, né?


Getting strong now ...


Esses dias estava experimentando diferentes modelos para o blog, e acabei escolhendo, meio ao acaso, o atual. Qual não foi minha surpresa ao ver que o fundo era o céu e que aparecia parte da asa ou o pedaço de um avião. É perseguição ou não é?

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Acho que nadei, nadei e morri na praia. Sei lá. Não tenho certeza, e quero acreditar que não. Só tive sonho ruim, sono agitado e picotado. Resultado: mau humor em alto grau, desânimo, cansaço, tristeza. Pra completar, um pouco de insônia, por causa do horário de verão. Tive que apelar para um relaxante fitoterápico chamado Seakalm. Nome apropriado, hein?! O pior é não poder ficar mal humorada em paz, ter que ficar me explicando. Fico mais irritada ainda com isso. Me deixa quieta que não incomodo ninguém.


Queria tanto uma solução, mas quanto mais eu penso mais confusa eu fico. Às vezes não é nada bom ser muito racional. Mas ainda acho que nada é/foi por acaso. Será? É tão difícil ser eu. 

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

comida de avião

Hoje, não sei por que cargas d'água, estava pensando enquanto fazia o lanche da tarde: "eu adoro comida de avião." Sei que a maioria das pessoas torce o nariz, mas eu gosto, sempre gostei, sou ré confessa (bom, eu gosto de comer, passo mal quando fico mais de 3 horas em jejum, e geralmente já entro no avião com fome - isso explica 80% da questão). Mas não me refiro aqui aos intragáveis pacotinhos de bolacha e amendoim, esses eu dispenso, e sim, às comidas mesmo: almoço, jantar e café da manhã  -- só disponíveis atualmente nos vôos internacionais, mas que nos tempos da Varig eram comuns mesmo em vôos nacionais. Daí que enquanto pensava me dei conta que esse seria um bom nome para um blog. 
Apesar do título, se isso aqui for pra frente, que fique claro que não será um blog apenas sobre comida, muito menos sobre avião.


Aqui um link interessante: por uma comida de avião mais gostosa.


Servidos?




   Imagem daqui